David Martins, Débora de Araújo, Ezequiela Scapini, Lauro Carvalho, Luiz
Bugarelli, Luiza Troccoli, Teresa Maia, Thays Carvalho.
Dezembro de 2023
A existência, porque humana, não pode ser muda, silenciosa, nem tampouco pode nutrir-se de falsas palavras, mas de palavras verdadeiras, com que os homens transformam o mundo. Existir, humanamente, é pronunciar o mundo, é modificá-lo. O mundo pronunciado, por sua vez, se volta problematizado aos sujeitos pronunciantes, a exigir deles novo pronunciar. Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão.
Paulo Freire, em Pedagogia do Oprimido
Localizada na região do Ipiranga, na cidade de São Paulo, a Escola Nacional Paulo Freire é um espaço de educação popular, voltado para o fortalecimento do trabalho de base urbano. A construção da Escola foi há poucos anos, mas as circunstâncias que nos levaram a chegar até aqui datam da década de 1950, quando a cidade de São Paulo, e em especial a classe trabalhadora urbana, vivenciavam as rápidas e profundas transformações da industrialização do país.
Inspirado pelo movimento Economia e Humanismo, o dominicano Frei João Batista retorna ao Brasil após um período na França e, a partir das experiências que vivenciou com Padre Lebret em sua fábrica de relógios autogestionada, decide construir uma experiência similar no Brasil, no espaço que hoje chamamos de Complexo Vergueiro. A fábrica UNILABOR, a primeira comunidade operária reconhecida pelo direito brasileiro, foi o projeto piloto que reuniu artistas, militantes, religiosos, educadores que buscavam construir uma experiência cultural de inspiração humanista e modernista através de atividades de caráter comunitário, desde a própria experiência de trabalho, os círculos de cultura, até mesmo ao espaço físico com a construção da Capela Cristo Operário, com seus murais de Alfredo Volpi.
Ainda como consequência das relações que foram sendo desenvolvidas nesse espaço, em 1973, nos anos de chumbo da ditadura militar, Frei Giorgio Callegari reuniu militantes, ativistas, professores e estudantes universitários para fundar o Centro Pastoral Vergueiro (CPV), hoje chamado Centro de Documentação e Pesquisa Vergueiro. O CPV, inspirado pela luta por transformação e liberdade, “assumiu o compromisso de preservar a memória de resistência e organização popular, mas não para armazená-la apenas, mas para divulgá-la para que servisse de instrumento de transformação²”. Por fim, até o ano de 2005 funcionou no Complexo a Escola Dominicana de Teologia (EDT).
Após esse período, a Ordem dos Dominicanos, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra e o Levante Popular da Juventude iniciaram um diálogo para recolocar em funcionamento o Complexo Vergueiro, de modo que ele pudesse seguir a serviço dos movimentos populares. Foi assim que, no ano de 2019, foi dada a nós, a juventude dos movimentos populares, a oportunidade de ocupar esse espaço. Sendo assim, a partir dos desafios que estavam colocados para as organizações, em especial o de fortalecer o trabalho de base nos grandes centros urbanos, nos colocamos com a missão de construir uma escola nacional de educação popular, com ênfase nos movimentos populares urbanos e forte protagonismo da juventude. Neste sentido, a educação popular é trabalhada não apenas a partir da formação política de militantes, mas também da formação técnica, do trabalho com cultura, do trabalho territorial e, sobretudo, como um princípio organizativo.
É no olhar sobre o momento histórico e os dilemas da sociedade brasileira que se afirma o lugar central da educação popular, reconhecendo na práxis de Paulo Freire uma referência fundante do nosso projeto político-pedagógico. Por essa razão, a decisão de carregar o nome do educador em nossa identidade não se limita a uma homenagem, é um compromisso permanente no resgate da concepção pedagógica freireana em suas dimensões política, ética e estética³. Ganha centralidade o estudo da vida e da obra do educador em relação direta com a prática dos movimentos populares e das organizações sociais comprometidas com a transformação da realidade, seja no Brasil ou no mundo, expressão do compromisso com o internacionalismo.
Toda a elaboração teórica em Paulo Freire foi atravessada por experiências coletivas de trabalho educativo e sistematização. Educação como prática da liberdade, escrito em 1965, por exemplo, é uma síntese teórica da práxis acumulada pelos movimentos educacionais dos anos 1960 no nordeste brasileiro e o trabalho de alfabetização em Angicos. Já Pedagogia do Oprimido, de 1967-68, e Extensão ou Comunicação, de 1969, agregam as experiências educacionais com camponeses no Chile; as obras Ação Cultural para a Liberdade e Cartas a Guiné Bissau, em estreita relação com o trabalho político-pedagógico desenvolvido pelo Instituto de Ação Cultural (IDAC) e o Centro Mundial de Igrejas (CMI). E, poderíamos destacar, por último, em seu retorno ao Brasil, em 1979, após os seus dezesseis anos de exílio político, Política e Educação, de 1992-93, em que reúne textos sobre a sua experiência na coordenação da Secretaria Municipal de Educação da cidade de São Paulo; e Pedagogia do Compromisso, com relatos dos debates realizados no Instituto Cajamar – centro de formação política e sindical criado em 1986 – com organizações políticas e populares latino-americanas.
A riqueza das experiências vivenciadas por Paulo Freire nos provocam a refletir sobre a importância de uma pedagogia da práxis, pela qual se evidencie nos processos educativos as suas dimensões teórica e prática, em que a coletividade e a realidade cumpram papeis determinantes, sem menosprezar a importância da relação entre conteúdo e forma; e em que o imperativo pedagógico da aprendizagem atravesse toda a coletividade inserida no processo educativo. Nesta pedagogia, não há um pólo detentor do conhecimento e um pólo receptor, na qual o processo educativo nada mais seria que mera transferência, reprodução de um conhecimento produzido por outrem; na pedagogia da práxis, seres humanos são convidados a se reconhecerem como seres de criação. Educador e educando são sujeito e objeto nesta relação, pois ambos, como sujeito, constituem uma unidade ativa e complementar na produção do conhecimento e, como objeto, se veem transformados pelo processo educativo; ou seja, ambos são estimulados a enfrentar as situações-limites e constituir inéditos viáveis.
Esta pedagogia não se constitui, portanto, fora de um contexto dialógico, pois a dialogicidade é o seu princípio pedagógico. O diálogo não é artifício nem ornamento, mas é reivindicado em sua radicalidade epistemológica, em sua autenticidade. Em Pedagogia do Oprimido (2018), define:
O diálogo é este encontro dos homens, mediatizados pelo mundo, para pronunciá-lo, não se esgotando, portanto, na relação eu-tu… É preciso primeiro que os que assim se encontram negados no direito primordial de dizer a palavra reconquistem esse direito, proibindo que este assalto desumanizante continue. (…) Porque é encontro de homens que pronunciam o mundo, não deve ser doação do pronunciar de uns a outros. É um ato de criação. Daí que não possa ser manhoso instrumento de que lance mão um sujeito para a conquista do outro. A conquista implícita no diálogo é a do mundo pelos sujeitos dialógicos, não a de um pelo outro. Conquistado mundo para a libertação dos homens. (FREIRE, 2018, p. 109-110)
É pelo diálogo que educadores e educandos se comprometem com a leitura do mundo. Se todo ato educativo é um ato político, toda ação político-cultural não é desprovida de conteúdo pedagógico. Faz-se, portanto, indispensável a reflexão sobre o conteúdo político e educativo das nossas práticas, e o que promovem na realidade, seja como percepção social da realidade, seja na própria forma como intervimos na vida social. Como afirma Paulo Freire, nas suas Primeiras Palavras de Política e Educação:
Consciência e mundo não podem ser entendidos separadamente, dicotomizadamente, mas em suas relações contraditórias. Nem a consciência é a fazedora arbitrária do mundo, da objetividade, nem dele puro reflexo. A importância do papel interferente da subjetividade na História colocou, de modo especial, a importância do papel da educação. (FREIRE, 2020, p.16)
Evidenciar o papel da educação como instrumento de transformação da realidade coloca em questão o conjunto das nossas práticas coletivas como promotoras de algo. Se o trabalho educativo não estimula a criticidade, a autonomia, a curiosidade epistemológica, o enfrentamento ao mutismo e imobilismo, e emersão das classes populares, como classe para si, a uma práxis criadora, na prática estará operando como instrumento de domesticação das consciências, fortalecendo as formas de consciência ingênua, massificada e fanatizada, ou seja, como mantenedora das relações de poder. Por isso, para Paulo Freire não é possível pensar em processos educativos neutros.
A Escola Nacional Paulo Freire, por compreender a importância de contribuir para a emersão de uma nova cultura político-educacional, capaz de corresponder aos desafios do nosso momento histórico, referência a sua prática político-pedagógica nos compromissos com a solidariedade, a democracia, a unidade na diversidade, valorização da cultura popular, a luta popular contra as estruturas de dominação e exclusão, o trabalho coletivo como práxis criadora e de humanização e a promoção da ciência popular.
Os eixos pedagógicos
Três temas gerais se tornaram definidores para o trabalho de aprofundamento na escola, transformados em eixos pedagógicos: realidade brasileira, educação e juventude. Desde 2019 uma série de iniciativas foram desenvolvidas em torno dessas temáticas, orientadas pela prática e desafios dos movimentos populares – cursos, ciclos de debates, seminários, publicações, círculos de estudo etc. Tratam-se de temas que dialogam com os desafios dos movimentos populares aos quais a Escola pretende contribuir em perspectiva de complementaridade, ou seja, em diálogo com as diversas iniciativas no campo da formação.
- Realidade Brasileira: O tema Realidade Brasileira traz consigo a tarefa de pensarmos os temas da formação econômica e social do Brasil, relacionando o pensamento social brasileiro com o acúmulo dos movimentos populares. A partir desse eixo, conseguimos formular, sistematizar e promover atividades formativas que permitam pensar o Brasil, a formação do povo brasileiro, as lutas populares, o capitalismo e suas especificidades e, também, a questão nacional e o projeto popular. Aqui, podemos dar destaque ao curso “Capitalismo, Racismo e Patriarcado no Brasil”, o “Curso Realidade Brasileira” e “Curso Reconstrução do Brasil”.
- Educação: Educação é identificado como um tema central a partir dos desdobramentos de nossa homenagem a Freire, sendo um espaço para o estudo e difusão não apenas de sua vida e obra, mas também das questões latentes para a educação no Brasil. Ainda que a educação popular, enquanto método, seja transversal a todos os eixos, o núcleo educação teve protagonismo em pautá-la para dentro e fora, principalmente a partir da sistematização da experiência de construção do Curso Nacional Paulo Freire e das Turmas de Agentes Populares de Saúde e de Alimentação, em conjunto com o eixo territorial.
- Juventude: Por fim, o tema juventude é uma resposta à relevância política e estratégica deste sujeito, em especial por ser a Escola construída pelo Levante Popular da Juventude, uma organização que organiza jovens de diversos setores nacionalmente. Portanto, esta vertente pretende elaborar sobre este sujeito a partir de uma perspectiva materialista, pensando a juventude como uma categoria social. Neste eixo, foi extremamente importante o encontro com a obra da socióloga da juventude e da educação Marialice Foracchi. Além disso, por ele contribuímos diretamente nas elaborações estratégicas do movimento, como na elaboração do Programa Popular da Juventude, que trabalha a juventude e políticas públicas a partir de sua relação com educação, trabalho, renda, violência e cultura.
O trabalho territorial
O projeto político-pedagógico da escola só se realiza ao se construir em relação com o contexto em que se insere, já que parte dele está ligado ao trabalho educativo motivado nos territórios periféricos da cidade de São Paulo. Constituir um espaço de formação voltada aos temas da questão urbana, nos remete novamente à pedagogia da práxis, por reconhecer que o desenvolvimento de experiências locais, além da importância no contexto local de enfrentamento aos problemas sociais que vivenciam as classes populares na cidade, contribuem para constituir espaços de debate e sistematizações mais gerais com os movimentos populares. Por isso, desde 2019, a Escola Nacional Paulo Freire afirma a necessidade de desenvolver experiências de trabalho territorial, junto aos movimentos populares e organizações locais – associações de moradores, escolas, lideranças comunitárias etc.
O primeiro campo de trabalho educativo estimulado pela escola foi no campo da educação, com a organização do Cursinho Popular Ruth Guimarães, cursinho pré-vestibular, com turmas desde 2019. Mesmo no período da pandemia, o cursinho permaneceu com suas atividades de maneira remota, organizando mutirões para levantar recursos para comprar dados de internet para os celulares dos educandos e das educandas. O cursinho, além do trabalho preparatório para os exames, desenvolve iniciativas no campo da saúde e da arte-cultura.
Durante a pandemia do covid-19, a escola se envolve na construção da “Campanha Periferia Viva”, num trabalho de solidariedade que passa a realizar distribuição de cestas básicas para famílias dos bairros do Boqueirão e Jardim São Savério. No fim de 2020, a campanha chega a alcançar um número de quinhentas famílias assistidas. Uma vez que manter a estrutura de arrecadações para a compra dos alimentos se torna cada vez mais difícil, a partir de 2021 inicia-se um trabalho de formação de agentes populares nos territórios. Os agentes populares são moradores dos territórios interessados em resolver os problemas da sua comunidade, constituindo, assim, planos de ações coletivas em torno dos temas mobilizadores. As primeiras turmas foram de agentes populares de saúde voltados para o trabalho de educação preventiva sobre o coronavírus nos territórios. Os impactos da crise da pandemia e crise social impuseram o tema da alimentação pelo aumento do quadro de insegurança alimentar. A emergência da questão social colocava a questão de como constituir ações que fossem protagonizadas pelos agentes populares em suas comunidades, sem reforçar o assistencialismo. A organização das turmas de agentes populares de alimentação, em 2022 e 2023, tem como desafio a constituição das primeiras experiências de cozinhas populares e hortas urbanas.
Foram, ao longo dos quatro anos da Escola Nacional Paulo Freire, realizadas diversas iniciativas no campo da cultura e comunicação popular, buscando fortalecer o espaço como centro cultural – oficinas, apresentações de peças teatrais, cine-debates e festas. Com destaque para a formação de uma turma de jovens dos bairros próximos à escola em teatro do oprimido. E, de maneira mais permanente, a organização da Biblioteca Popular Angicos. Além de contribuir mais diretamente no processo educativo dos cursos realizados na escola, a construção da biblioteca como um espaço pedagógico e cultural deve se apoiar na organização coletiva, chamando à construção estudantes, educadoras e educadores, artistas, referências comunitárias, movimentos e organizações sociais. No campo da comunicação popular, em 2020, a escola contribuiu para articular o jornal Periferia Viva com as referências comunitárias, o que estimulou a retomada do jornal Mandacaru, organizado por moradoras do bairro Jardim São Savério. E, em 2022, a realização da primeira turma da Escola Popular de Comunicação para jovens dos territórios.
Novos desafios
No quinto ano de construção da Escola Nacional Paulo Freire, três são os desafios que se expressam: o lugar da sistematização das experiências na construção das organizações sociais, o fortalecimento da escola como centro cultural e a multiplicação das experiências formativas dos agentes populares.
No diálogo com as organizações sociais, ao refletir sobre a sua prática organizativa, identifica-se uma diversidade de experiências acumuladas ao longo de suas trajetórias, mas que pouco se sistematizou dessas práticas. A historização, os principais aprendizados, dificuldades e contradições identificadas acabaram dependendo somente de uma cultura oral de transmissão. Afirma-se, dentro das práticas de educação popular, a importância da sistematização das experiências como parte da pedagogia da práxis. A sistematização das experiências rompe o invólucro sagrado do conhecimento, transborda os espaços institucionais, e a partir de um trabalho comprometido com a compreensão e a transformação da realidade, afirma as organizações sociais e, sobretudo, as classes populares como sujeito histórico e a formação de uma intelectualidade orgânica e coletiva.
Ao constituir-se como centro cultural, a escola não é resultado apenas do esforço do coletivo implicado diretamente em seu trabalho cotidiano. Fazer da escola um espaço possível para acolher e fortalecer diversas iniciativas artísticas, culturais e de formação técnica parte de uma compreensão e uma decisão coletiva por um projeto político-pedagógico democrático, integrado ao seu contexto e não burocrático; e assim, tornar a Escola Nacional Paulo Freire uma Escola Viva, ocupando os seus espaços físicos com processos criativos e educativos. O neoliberalismo atua na formação de uma subjetividade individualista, esvaziada de individualidade; na contramão e na afirmação de um novo projeto de vida social, a escola afirma a importância e a beleza da vida comunitária, do poder histórico e criativo da coletividade.
Por fim, a questão social brasileira se agravou nos últimos anos, a fome, a exclusão educacional, a violência, o aumento do trabalho informal e precarizado, a sobrecarga e precarização do Sistema Único de Saúde (SUS) devida a pandemia do coronavírus e a emenda constitucional 95, o aumento do conservadorismo na sociedade. A Escola Nacional Paulo Freire não passa ao largo disso, pelo contrário, o seu sentido deve dialogar com os dilemas do povo brasileiro. Para tanto, a educação popular nos parece ser capaz de contribuir para viabilizar um novo caminho, produzir inéditos viáveis, pela qual contribuamos num esforço de trabalho cultural para um projeto democrático e popular para o Brasil. Animar a formação de agentes populares de alimentação, saúde, educação etc, com os movimentos e organizações sociais para o enfrentamento dos problemas, a partir da formação dos agentes populares, pelos quais possamos vivenciar a máxima freireana: ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão. Para tanto, a escola tem apontado para o próximo período a ampliação das suas redes de articulação com organizações, entidades, coletivos e movimentos que compreendem também a importância da educação popular para enfrentar a crise brasileira.
Referências bibliográficas
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- FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 6ª edição. São Paulo: Cortez, 1984.
- FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 65ª edição. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2018.
- FREIRE, Paulo. Política e Educação. 5ª edição. Rio de Janeiro/ São Paulo: Paz e Terra, 2020.
- MARTINS, David. SCAPINI, Ezequiela. Zanco. VIVIAN, Flávio José. FURNO, Juliane da Costa. BEZERRA, Lucas. BUGARELLI, Luiz. HUCK, Manoela. CARVALHO, Thays Santos. SUPLÍCIO, Vanderlúcia. Paulo Freire e a nossa Escola: memória e a atualidade do seu pensamento. Revista Estudos do Sul Global, nº 2, v. 1, 2021. p.421-443.
- SALLES, Paula Ribeiro. Documentação e Comunicação Popular: a experiência do CPV Centro Pastoral Vergueiro (São Paulo/SP, 1973-1989). São Paulo, 2013. Dissertação – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2013. Orientação: Heloísa de Faria Cruz.
- SILVA, Osvaldo Bruno Meca Santos da Silva. “Forma, Função, Produção”: a Publicidade da Unilabor e um projeto de Modernidade / Osvaldo Bruno Meca Santos da Silva. Guarulhos, 2019. 160 f. Dissertação – Universidade Federal de São Paulo, Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2019. Orientação: Fernando Atique
Versão revisada de artigo publicado anteriormente: Revista Interinstitucional Brasileira de Terapia Ocupacional (Revisbrato) v. 7 n. 4 (2023):
(ISSN eletrônico 2526-3544)

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